Prazo de entrega termina no próximo domingo (31) e o envio de dados incorretos pode ser corrigido diretamente pelo sistema oficial
Área do Cliente
Notícia
Entre pessoas e algoritmos: como será o RH que definirá 2025?
Futuro do trabalho exige um novo olhar sobre as pessoas e a valorização do capital humano
Vivemos um período marcado por mudanças tecnológicas rápidas, de necessidade crescente por ambientes de trabalho menos estressantes e desafios geopolíticos que mexem com a economia e a mente das pessoas. É desse contexto geral que emergem as tendências para os profissionais de Recursos Humanos (RH) em 2025, onde o futuro do trabalho exige mais que adaptação, mas um novo olhar sobre as pessoas e a valorização do capital humano.
Para prosperar neste cenário, a comunicação clara e a escuta ativa tornam-se indispensáveis. Estudos indicam que 70% das tentativas de mudança organizacional falham devido à falta de informação e ao baixo envolvimento dos colaboradores. Por isso, fomentar uma cultura de escuta — onde a opinião deles é valorizada e usada para guiar as decisões — será essencial.
Para isso, o uso de pesquisas de clima e de pulso, associado à comunicação transparente sobre os objetivos e desafios da empresa, pode ajudar a engajar os colaboradores nas mudanças. Quando as pessoas se sentem ouvidas e compreendidas, a resistência à mudança diminui, abrindo espaço para um ambiente mais harmônico e inovador.
A utilização intensiva de tecnologias como people analytics e inteligência artificial já não é novidade, mas a maneira como elas são aplicadas fará a diferença. Em 2025 é esperado que a empresa deixe a automação cuidar das tarefas repetitivas e processuais, como a administração de folhas de pagamento, para que o RH possa focar no negócio e no cuidado das pessoas, pois é isso que acarretará em diferença prática no negócio.
Com tantos casos de esgotamento mental por causa do trabalho, com destaque para a síndrome de burnout, a saúde mental deve ser um dos pilares da estratégia do RH de forma prática. Profissionais de todas as áreas estão em busca de empresas que promovam o bem-estar — o que não se trata apenas de oferecer planos para academias ou aula de yoga na firma, mas de criar uma cultura que apoie ativamente a satisfação emocional e psicológica dos colaboradores.
Esse compromisso inclui desde a adoção de políticas de trabalho flexível até programas de suporte psicológico que sejam acessíveis e eficazes. Mesmo quando a empresa não pode oferecer benefícios de saúde mental mais formais, manter um canal aberto com a liderança permite que os colaboradores sintam-se acolhidos e apoiados. São iniciativas simples e muitas vezes de baixo custo que, somadas, contribuem significativamente para um ambiente de trabalho mais saudável e humano, mas que necessitam da real intenção de solução do problema crônico que vivemos. Ainda estamos em fase de letramento neste tema.
A boa comunicação e a cultura de bem-estar vão contribuir diretamente para a construção da “segurança psicológica” da empresa. Trata-se de criar um ambiente onde os colaboradores se sintam confortáveis para serem autênticos e criativos, para aprender com os próprios erros e para contribuir com ideias sem medo de represálias. Esse é um ambiente fecundo para o aumento da performance, da colaboração, da solução de problemas e da inovação.
A aprendizagem contínua também ganha fôlego. Mais uma vez, o que mudará os resultados é o formato adotado pelo RH. Por que continuar dependendo exclusivamente de diplomas e certificados? Se a empresa sabe quais são as habilidades que realmente importam para a estratégia do negócio, por que não se concentrar no ensino delas? Defendo aqui menos títulos e mais ação: o investimento em uma educação corporativa customizada, que será capaz de gerar retorno para a empresa.
O RH não deve mais ser entendido como o departamento que “lida com os colaboradores”, mas como um núcleo estratégico para catalisar mudanças dentro da organização, desenvolver profissionais e contribuir ativamente para o sucesso da empresa.
Notícias Técnicas
A RFB publicou a SC nº 8.010/2026, definindo que, na portabilidade entre planos de previdência, o prazo de tributação regressiva passa a contar da entrada no novo plano
A Receita Federal sinalizou que a integração tecnológica será central no novo sistema. O CFC acompanha testes e discussões sobre as APIs já disponibilizadas
Saiba como usar a ferramenta automatizada pelo computador ou celular e confira quem está obrigado a prestar contas ao Fisco
Entenda como a falta de controle sobre a jornada transforma a tolerância do dia a dia em risco real para o negócio
Notícias Empresariais
A diferença entre trabalhar mais e faturar mais está no modelo, não no esforço
Os maiores erros de uma operação raramente começam na estratégia. Eles começam na liderança
Especialista da Afferolab mostra como líderes podem alternar entre estilos diretivo, coach, participativo e delegativo para desenvolver equipes, aumentar engajamento e impulsionar resultados
Em Santa Maria (DF), presidente do Sebrae Nacional destaca crescimento de quase 15% na formalização de microempreendedores individuais nos quatro primeiros meses do ano
Conhecimento sobre finanças é visto como solução, mas ainda pouco aplicado no dia a dia
Notícias Melhores
Atividade tem por objetivo garantir a perpetuidade das organizações através de planejamento e visão globais e descentralizados
Semana traz prazo para o candidato interpor recursos
Exame de Suficiência 2/2024 está marcado para o dia 24 de novembro, próximo domingo.
Com automação de processos e aumento da eficiência, empresas contábeis ganham agilidade e reduzem custos, apontando para um futuro digitalizado no setor.
Veja as atribuições da profissão e a média salarial para este profissional