A Receita Federal, o Comitê Gestor do IBS e o Encat publicaram, nesta terça-feira (2.jun.2026), a Nota Técnica 2025.002-RTC – Versão 1.50, com atualizações na NFe e na NFCe
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Sebrae endossa campanha a favor do parcelamento sem juros
Presidente Décio Lima ressalta que o crédito do cartão é utilizado como forma de financiamento tanto pela população em geral quanto pelos pequenos negócios
O Sebrae é uma das 11 entidades que integram a campanha “Parcelo Sim!”, em defesa do Parcelamento Sem Juros (PSJ). O objetivo da ação é preservar uma conquista histórica dos consumidores, somando o maior número possível de assinaturas contra a medida que está em análise pelos bancos. O movimento pretende sensibilizar os Poderes Executivo e Legislativo para evitar que a medida siga em discussão – ela afetaria diretamente os pequenos negócios do país: cerca de 90% dos varejistas no Brasil adotam o parcelamento no cartão para efetivar ao menos parte de suas vendas.
Para participar do abaixo-assinado, acesse: https://parcelosim.com.br/
“O parcelado sem juros é bom para quem compra e é bom para quem vende. A maioria dos empreendedores usa essa modalidade para ganhar fôlego no capital de giro. Ao consumir, boa parte dos brasileiros utiliza esta ferramenta de crédito insubstituível por ser a única sem juros no país”, defende o presidente do Sebrae, Décio Lima.
Vamos mobilizar a população para participar do abaixo-assinado em defesa desse direito. Ninguém pode mexer no parcelado.
Décio Lima, presidente do Sebrae Nacional.
Clique aqui e assista a um vídeo do presidente Décio Lima.
O cartão de crédito também é usado por 39% dos donos de pequenos negócios como modalidade de financiamento. O índice contrasta com a proporção de empresários que buscam empréstimos em bancos privados (7%) ou públicos (4%). Os dados são da pesquisa “Financiamento dos Pequenos Negócios no Brasil”, realizada pelo Sebrae. As informações sinalizam a dificuldade de acesso a crédito junto ao sistema financeiro.
Outros dados
- O parcelamento sem juros movimenta R$ 1 trilhão, correspondendo a 10% do Produto Interno Bruto (PIB) do país.
- De acordo com pesquisa da Confederação Nacional do Comércio (CNC), essa modalidade de pagamento é adotada por 90% dos varejistas;
- O Instituto Locomotiva revelou que quase 115 milhões de brasileiros (78%) só conseguiram conquistar seus sonhos até hoje porque puderam comprar nessa modalidade.
- A pesquisa mostra que 42% das pessoas reduziriam seus gastos pela metade sem o PSJ.
- Segundo o Datafolha, 75% da população fez uso do crédito parcelado sem juros em 2022.
A campanha está presente no site parcelosim.com.br e nas redes sociais Facebook, Instagram, YouTube e TikTok (@parcelo_sim).
Integram o movimento “Parcelo Sim!”:
- Associação Brasileira dos Atacadistas e Distribuidores de Produtos Industrializados (ABAD)
- Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (ABRASEL)
- Associação Brasileira dos Lojistas Satélites de Shoppings (ABLOS)
- Associação Brasileira de Academias (ACAD)
- Associação de Lojistas do Brás (Alobras)
- Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL)
- Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São
- Paulo (Fecomercio-SP)
- Parcele na Hora
- Proteste
- Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae)
- União dos Lojistas da Rua 25 de Março e Adjacências (UNIVINCO)
Saiba mais
Em 3 de outubro, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou o Projeto de Lei que regulamentou o Desenrola Brasil, programa que prevê a renegociação de dívidas e visa a criar uma solução para baixar os juros do cartão de crédito, o chamado rotativo. Para isso, o Congresso estipulou um prazo de 90 dias para que bancos elaborassem uma autorregulamentação para isso. Após o prazo, caso não haja uma proposta viável, a dívida no cartão não pode ser maior que 100% do bem. Para baixar os juros do rotativo, os bancos defendem que o PSJ seja limitado ou até extinto.
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